Já fiz referência, neste blog, à componente do projecto que envolve os autocolantes dos ratos e das moscas. A minha ideia aqui foi a de reflectir graficamente sobre a "contaminação", utilizando os autocolantes como metáforas dessa mesma propagação dado que o aumento da poluição dos solos prevê um crescimento destas espécies - uma versão contemporânea das pragas do Egipto. Nos autocolantes colocados no exterior resolvi, porém, substituir o típico material do autocolante por papel reciclado colado através de cola de farinha e vinagre (que cheira que nem anjinhos podres), para que o meio não violasse a mensagem e a minasse, diminuindo assim o seu efeito/impacto.


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